JÚRI DA COMPETIÇÃO INTERNACIONAL LONGAS

Ana Rocha, Portugal, realizadora

Nasceu em Lisboa, estudou e viveu em Londres. Ainda em Lisboa, trabalhou 12 anos como atriz e foi também estudante de Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Mais tarde entra na London Film School onde completa o mestrado em Cinema. Área onde encontra expressão internacionalmente. Apaixonada por histórias e personagens, mergulhou na ficção e no realismo num casamento que sentiu como certo. Através da observação e conjugação de diferentes universos e modos de expressão, Ana Rocha de Sousa toca as várias áreas. Começando pelas artes plásticas, pela direção de arte, pela fotografia e pela interpretação. Passando depois a descobrir nessa mesma união e junção a força do cinema. Estreou em 2020 a sua primeira longa-metragem de ficção ‘Listen’ que venceu vários prémios nacionais e internacionais. Segue o seu caminho em múltiplas áreas.

André Rui Graça, Portugal, docente na Universidade da Beira Interior

André Rui Graça é docente convidado nos cursos de Cinema e de Ciências da Cultura da Universidade da Beira Interior, investigador do CEIS20 da Universidade de Coimbra e do CICANT da Universidade Lusófona, e consultor. Realizou o mestrado e o doutoramento na University College London e uma pós-graduação MBA na Universidade de Coimbra. Tem apresentado internacionalmente o seu trabalho e publicado frequentemente, tanto em contexto académico, como extra-académico (principalmente –mas não só –sobre cinema português, interseção entre cinema e economia/mercado e teoria do cinema). Entre outras obras e artigos sobre cinema e cultura, integra o elenco de autores da História do Cinema (2021, Edições 70), coordenada por Nelson Araújo, e é autor de: Portuguese Cinema: Consumption, Circulation and Commerce (1960-2010) (2021, Boydell and Brewer).

José Barahona, Portugal, realizador

Formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema, em 1992, tendo completado os seus estudos em Cuba e Nova York. Em 2013 tornou-se sócio da produtora brasileira Refinaria Filmes e foi programador e produtor da Mostra Cinema Português Contemporâneo que aconteceu em várias cidades brasileiras. Foi parceiro externo do Fundo Setorial do Audiovisual, no Brasil, e foi coprodutor brasileiro através da Refinaria Filmes dos longas-metragens Pedro e Inês e Raiva. Dos seus trabalhos como realizador destacam-se Milho, premiado no CineEco 2009, O manuscrito perdido, Estive em Lisboa e lembrei de você e Alma clandestina. Em 2020 estreou Nheengatu, que foi o filme de abertura do Doclisboa desse ano e foi premiado em vários festivais.

JURI DA COMPETIÇÃO INTERNACIONAL CURTAS E SÉRIES TELEVISIVAS

Nuno Barros, Portugal, Lipor

Licenciado em Biologia, pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, tem estado, na maior parte da sua vida profissional, ligado ao Ambiente e à Sustentabilidade. Trabalha na LIPOR há vários anos, estando ligado às áreas da Responsabilidade Social e da Sustentabilidade Corporativa, tendo desenvolvido projetos em várias áreas, nomeadamente a Agenda 21 e a SA8000. Esteve durante quatro anos nos Estados Unidos onde trabalhou no “Houston Museum of Natural Science” e no “Museum of Fine Arts, Houston” nas áreas de formação, apoio educativo e acompanhamento ao visitante. Atualmente integra a Unidade de Comunicação, Marketing e Sustentabilidade, onde é responsável pela gestão dos suportes de comunicação, interna e externa e onde continua a desenvolver projetos de Responsabilidade Social. Tem o gosto de ser júri do Festival CineEco pela 5ª vez.

Ana Melo, Portugal, Universidade Minho

Docente e investigadora da Universidade do Minho/Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, doutorada em Ciências da Comunicação, mestre em Som e Imagem, especializada em Argumento, ensina publicidade, comunicação estratégica e territorial, criatividade e guionismo. Foi jornalista, copywriter e diretora criativa. Interessa-se pela interação entre publicidade, cidadania e participação como forma de resistência e resiliência ativista. Nascida no sopé da serra da Estrela, tem uma forte ligação à terra e à natureza, cultiva a sua própria horta e tenta ser uma cidadã ecologicamente sustentável, atenta a modos de vida e comportamentos alternativos.

Fernando Vasquez, Portugal, Diretor de Programação Cinematográfica do FEST -Novos Realizadores | Novo Cinema

Natural da cidade do Porto, Fernando Vasquez licenciou-se em Cinema na Buckinghamshire Chilterns University College e tirou uma Pós-Graduação em jornalismo na London School of Journalism. Após trabalhar em diversas produções cinematográficas, passou a dedicar-se ao jornalismo e critica de cinema para diversas publicações no Reino Unido, Portugal e Brasil, como o “Independent on Sunday”, “Bulb Magazine” e Revista Sai. Desde 2010 que trabalha no FEST -Novos Realizadores | Novo Cinema (www.fest.pt) como Diretor de Programação Cinematográfica. Entre 2012 e 2016 acumulou também diversas funções na Nisi Masa-Rede Europeia de Cinema Jovem, onde foi Diretor do Departamento de Debate e Chefe de Redação da revista “Nisimazine”, onde orientou diversas workshops de crítica de cinema em festivais como Cannes, Roterdão, Veneza e San Sebastian, entre muitos outros. Fernando Vasquez também trabalha frequentemente com várias produtoras e autores independentes a definir estratégias de distribuição internacional de cinema. Nos últimos anos Fernando Vasquez foi membro de diversos júris de competições de filmes, projetos e sessões de pitching em eventos como Kort Film Festival (Noruega), Shortwaves(Polónia), Valleta Film Festival (Malta), Primer Teste Rec Film Festival (Espanha).

JÚRI COMP. LONGAS E CURTAS-METRAGENS LÍNGUA PORTUGUESA E PANORAMA REGIONAL

Adriana Neymer, Brasil, diretora artística e programadora do FESTin

Adriana Niemeyer é diretora artística e programadora do FESTin-Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa desde a sua criação em 2010, e jornalista. Brasileira, vive em Portugal há 15 anos. Foi correspondente do jornal o Estado de S.Paulo, da GloboNews e Rádio Vaticana-entre outros-na Argentina e Itália. Na Austria e nos Balcãs trabalhou também para o Expresso e Rádio Renascença. Atualmente é correspondente da Rádio França Internacional e do jornal Il Faro di Roma em Lisboa. Na cidade alfacinha produziu o documentário “120 Anos de Fernando Pessoa” e a “Semana de Clarice Lispector”. Organizou várias antestreias/galas da Associação Internacional dos Jornalistas Estrangeiros, o Festival Mulheres Palhaças Chapitô e Mostra de Fotografia da ACIDI. Realizou a cobertura de imprensa de diversos festivais de cinema, como Veneza, Taormina (Sicília), Viennale e Belgrado.

Bruno Lourenço, Portugal, realizador

Nasceu e vive em Lisboa. Fez o curso de Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema e licenciou-se em Ciências da Comunicação na UAL. Trabalha desde 1995 em cinema nas áreas de produção e realização. Trabalhou com diversos realizadores, entre os quais Miguel Gomes, Manuel Mozos, José Fonseca e costa, Eugène Green, João Nicolau e Telmo Churro. Escreveu e realizou duas curtas-metragens, Tony e OSO.

Luísa Lopes, Portugal, Diretora Adjunta do Teatro Académico de Gil Vicente.

Diretora Adjunta do Teatro Académico de Gil Vicente/UC; Assessora da Cultura e Património na UC e Museu da Ciência [2005-2017]; Programadora de Cinema e Extensões de Festivais; Diretora Gestão Financeira e Programação de Cinema, Ciências e Novas Tecnologias, Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003/MC; Júri nos filmes “Missões Botânicas em África”; Direção da ProUrbe Conselho da Cidade/Cultura, Política(s)/Cidadania Ativa; Júri nos concursos de cinema TVAAC (2010-2014); Membro Conselho Cultural, Qualidade e Gestão; Serviços Artísticos do TAGV [1997-2001]; Colaborou com DRCNorte; Seções Culturais: RUC, TEUC, Encontros de Fotografia, entre outras; Integra os órgãos de direção do CAPC/Anozero-Bienal de Artes e Arquitetura e da Associação Cena Lusófona-Associação para o Intercâmbio cultural entre os países de língua oficial portuguesa.

JÚRI DA JUVENTUDE

Maria Mendonça

Maria Isabel Mendonça (1994, Seia) é mestre em Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), desde 2017. É investigadora integrada do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo (CEAU-FAUP), onde desenvolve trabalho de investigação no âmbito do ordenamento do território e da construção da paisagem rural. Doutoranda e bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia, elabora a tese sobre “A raia de Ribacôa. Dialéticas da organização do povoamento e da construção da paisagem rural”, orientada por Marta Oliveira (CEAU-FAUP) e coorientada por Virgílio Borges Pereira (FLUP e CEAU-FAUP).
É, também, licenciada em Música – Piano e Teclas, pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE-IPP), desde 2019. Fundou os projetos “Re:Flexus Trio” (2018) e “Ningue Ningue” (2020), este último em parceria com o músico César Prata sobre a música de raiz oral.

Francisca Gouveia

Nasceu e cresceu em Coimbra, tendo nutrido as ligações com as suas raízes maternas em Seia. Tem 18 anos e encontra-se, neste momento, a finalizar o Curso Secundário de Dança na Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra. Pratica dança desde os 4 anos de idade, sendo uma paixão que exige profunda dedicação e trabalho contínuo. Frequentadora assídua de workshops, cursos e concursos nacionais e internacionais. Considera todas as manifestações artísticas a forma mais elevada de expressão do ser humano.

João André Jorge

João André dos Santos Jorge tem 18 anos e frequenta o Curso de Fotografia no Instituto Politécnico de Tomar. Tem uma grande paixão por fotografia e vídeo. Partilha as suas experiências fotográficas na sua página de fotografia nas redes sociais Instagram (@joao_andre_fotografia). Fez um projeto Erasmus + em Espanha durante 6 meses, onde trabalhou como realizador, operador de câmara, técnico de som, entre outras áreas de destaque multimédia.

Margarida Branquinho

É natural de Seia, tem 21 anos e diz-se devota amiga das causas sociais. Licencia-se em Línguas, Literaturas e Culturas, na vertente de estudos ingleses/norte americanos e portugueses, pela Faculdade de Ciências sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Frequentou, um semestre, a Universidade ELTE em Budapeste, na área de estudos Modern Languages. É encantada pela poesia, pelo romance, pelas culturas, mas sobretudo pela importante luta na defesa contra as adversidades sociais. Acompanha o CineEco desde os seus primeiros anos de vida e sente que está na sua hora de também ter uma voz ativa na sua comunidade assim como uma oportunidade em expandir os seus conhecimentos numa área extremamente importante para a juventude do mundo.

Maria João

Maria João Almeida tem 23 anos, vive em Santa Comba de Seia e, atualmente, estuda em Vila do Conde, na Escola Superior de Media Artes e Design. Terminou o Curso Técnico Superior Profissional em Motion Design e Efeitos Visuais, seguindo os seus estudos na licenciatura de Multimédia, na mesma escola. Considera-se apaixonada pelas artes e por onde a criatividade pode levar cada um de nós, e por isso faz questão de querer evoluir permanentemente.

Pedro Dinis Silva

Pedro Dinis Silva nasceu em Vila Cova à Coelheira, Seia. Cresceu “agarrado” ao piano, à banda desenhada, aos desenhos animados e ao rebuliço das quintas e da natureza. Depressa se identificou mais com as letras do que com os números, razão pela qual se matriculou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Jornalismo e Comunicação. Fez parte do Jornal Universitário de Coimbra – A Cabra, onde chegou a desempenhar a função de diretor, e da redação do Espalha-Factos, onde escreveu para a editoria de Música. Pelo caminho, foi desenvolvendo um carinho imenso pela cultura e pelas artes, em particular a música e o cinema, sobre os quais tem escrito as suas ideias por vários lugares. Encontra-se hoje a concluir o mestrado em Comunicação, Arte e Cultura na Universidade do Minho.