Nuno Barros, Lipor

Licenciado em Biologia, pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, tem estado, na maior parte da sua vida profissional, ligado à formação e comunicação dos temas de Ambiente e da Sustentabilidade. Trabalha na LIPOR há vários anos, estando ligado, também, às áreas da Responsabilidade Social e da Sustentabilidade Corporativa, tendo desenvolvido projetos em várias áreas, nomeadamente a Agenda 21 e a SA8000. Atualmente integra a Divisão de Comunicação e Marca, onde é um dos responsáveis pela gestão dos suportes de comunicação interna e externa e onde continua a desenvolver projetos de Responsabilidade Social. Tem um gosto especial pela escrita e pela imagem e a sua importância na desconstrução de temas complexos na comunicação.

 

 

Miguel Soares

Miguel Soares é jornalista, realizador e autor de programas e podcasts na rádio. Prémio Gazeta de Jornalismo 2019-2020. Prémio Podes de melhor podcast rádio de 2020. Edita e é a voz dos noticiários da tarde da Antena 1. Apresenta, semanalmente, os programas Old Friends e Verdes Anos na estação pública. Durante vários anos escreveu regularmente na imprensa sobre música e cinema - tema da monografia com que se licenciou. Tem curso de Fotografia Avançada da Oficina da Imagem e Master em Cinema Documental do IPCI.

 

 

Cristina Mota

Cristina Mota foi membro fundador e da direção do Cineclube da Feira desde 1995 e esteve como produtora no Festival Luso-brasileiro desde o seu início. Em 2012 cofundou a distribuidora Nitrato Filmes e desde aí tem estado envolvida em vários projetos distribuição e exibição cinematográfica e participado nos mais importantes mercados e festivais de cinema do mundo. Em 2017, com o seu sócio Américo Santos reabriram o Cinema Trindade e desde aí tem estado a gerir esta histórica sala de cinema do Porto.

Isabel Ruth

Atriz portuguesa, nascida em 1940. Apesar de ter iniciado a sua carreira artística como bailarina clássica, tornou-se num dos grandes símbolos do "Cinema Novo". O seu papel mais célebre foi o de Ilda em Os Verdes Anos (1963), filme que marcou a afirmação de uma nova vaga do cinema português. Tornou-se numa das intérpretes mais requisitadas pelos realizadores contemporâneos. Trabalhou com Paulo Rocha, em Mudar de Vida (1967) e O Rio do Ouro (1998), sob as ordens de João Botelho, em Conversa Acabada (1982) e Tempos Difíceis (1988), com Fernando Lopes, em O Delfim (2002), e foi uma das atrizes prediletas de Manoel de Oliveira, que a dirigiu em Vale Abraão (1993), A Caixa (1996), Viagem ao Princípio do Mundo (1997), Inquietude (1998), Je Rentre à la Maison (Vou Para Casa, 2001) e O Princípio da Incerteza (2002). Das suas aparições teatrais, destacam-se O Impostor-Geral (1965), onde trabalhou ao lado de Raul Solnado e Armando Cortez, Braço Direito Precisa-se (1966), de Manuel Pressler, onde contracenou com Barroso Lopes e Francisco Nicholson, e Desculpe Se o Matei (1966), novamente contracenando com Raul Solnado.

 

 

Caterina Cucinotta

Caterina Cucinotta é professora auxiliar convidada na Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade Rey Juan Carlos de Madrid (Espanha). Doutorada em Ciências da Comunicação, Cinema e Televisão, pela universidade NOVA, desenvolveu, entre 2017 e 2023, o projeto de pós-doutoramento “Figurinos e textura espacial no cinema português dos últimos 50 anos” no Instituto de História Contemporânea. Membro da direção da AIM, Associação dos Investigadores da Imagem em Movimento, coordena o GT de Cinema e Materialidades. É autora dos livros “Viagem ao cinema através do seu vestuário” (2018) e “Figurinos e figurinistas no cinema em Portugal. Conceitos para novas materialidades” (2023) e membro da equipa do projeto exploratório FCT “Speculum, filmar-se e ver-se ao espelho”. Trabalha a história do cinema e a comunicação audiovisual através dos Costume Studies, mise-en-scène, ofícios femininos, técnicas e arte.

 

 

Daniel Pinheiro

Fotógrafo e realizador português, especializado em História Natural. Mestre em Wildlife Documentary Production pela Universidade de Salford, Inglaterra. Licenciado em Comunicação e Design Multimédia pelo Instituto Politécnico de Coimbra. Em 2014 fundou a Wildstep Productions, produtora independente especializada em conteúdos de História Natural e Ambiente com o objetivo de chegar ao grande público conectando Arte, Ciência e Conservação. As suas produções foram emitidas pela TV portuguesa e internacional (SIC, RTP1, TVE, Wild Planet, HRT e Planete + e foram premiadas em vários festivais de cinema, obtendo recordes de audiência no formato História Natural em Portugal. Participou como operador de câmara e de som em várias produções em Espanha, Peru, Brasil e Argentina. Como fotógrafo de natureza publicou na National Geographic Magazine e foi distinguido em vários concursos internacionais. Orador convidado em conferências, escolas e universidades.

Afonso Mendonça

Afonso Mendonça é um jovem de 24 anosnatural de Lisboa e que vive no concelho de Seia, na Póvoa Velha, desde 2008. Trabalha num negócio familiar de turismo rural, tendo-se licenciado em Turismo e Lazer pela Escola Superior de Turismo e Hotelaria do Instituto Politécnico da Guarda. Vive apaixonado pela natureza e pela serra da Estrela. É presidente do Clube de Montanhismo de Seia há dois anos. Viaja sempre que possível em carros antigos, tendo já visitado 38 países.

 

 

Francisca Lavrador de Sousa

Francisca Lavrador de Sousa tem 17 anos e nasceu e cresceu em Seia. Neste momento, frequenta o 12º ano do Curso de Línguas e Humanidades em simultâneo com o ensino supletivo do Conservatório, onde se encontra a terminar o 8º grau de violino. Desde cedo tem interesse pelas causas ambientais, em certa parte devido ao contacto com o CineEco desde que tem memória.

 

 

Francisco Mendonça

Natural de Seia, atualmente a frequentar o curso de Direito na Universidade de Lisboa. Participa pela primeira vez neste festival, tendo como um dos seus grandes interesses a 7ª Arte.

 

 

Madalena Fonseca

Tem 22 anos, é natural da Guarda e vive em Fornos de Algodres. É licenciada em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde estudou cinema, teatro e música. Atualmente está a fazer um estágio profissional nas Aldeias de Montanha, onde alia o mundo das artes ao das aldeias e as suas gentes. Criou o Teatro Amador de Fornos de Algodres, onde exerce funções como encenadora, atriz e tudo o que engloba o mundo do espetáculo. Tem o 6º grau do conservatório de música e participou em vários projetos cinematográficos.

 

 

Maria Inês Mota Borges

Maria Inês Mota Borges, tem 16 anos, é orgulhosamente senense e estuda na Escola Secundaria de Seia no 12º ano, na área de Ciências e Tecnologias, onde desempenha o cargo de Presidente da Associação de Estudantes. Nos tempos livres, faz voluntariado na delegação de Seia da Juventude e da Cruz Vermelha Portuguesa. Foi sempre adepta de desporto, tendo já representado o SenaClube no voleibol feminino. Sempre que pode, gosta de ir ao cinema e de participar em causas ambientais, tendo já participado em campanhas de reflorestação na serra da Estrela.

 

 

Rodrigo Oliveira

Rodrigo Oliveira tem 17 anos e frequenta o curso de Ciências e Tecnologias, na Escola Secundária de Seia. No seu percurso académico, foi distinguido com diplomas de mérito escolar, em resultado do seu desempenho e dedicação. O contacto com a natureza envolvente da serra da Estrela permitiu-lhe, desde cedo, reconhecer a importância das questões ambientais, questões essas que lhe suscitam cada vez mais interesse.