Cláudia Marques Santos
 

Licenciada em Ciências da Comunicação e Mestre em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias pela Universidade Nova de Lisboa, Cláudia Marques Santos é uma jornalista freelancer com trabalhos publicados na Visão, Público, Observador, Expresso, Diário de Notícias, LER e Setenta e Quatro. Foi bolseira do Pulitzer Center (2023), da Fundação Calouste Gulbenkian (2019) e da Fundación Gabriel García Márquez (2018 e 2020). Formou em conjunto com oito colegas, o primeiro consórcio de jornalistas portugueses, cuja primeira investigação colaborativa se debruçou sobre o discurso de ódio perpetrado online pelas forças policiais portuguesas. É professora na Universidade Nova de Lisboa e na Lusófona.

Daniel Oliveira
 

Daniel Oliveira é mestre em cinema pela Universidade da Beira Interior, onde atualmente frequenta o doutoramento em Media Artes, com bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Atuando como crítico desde 2004, é filiado à Associação Brasileira (Abraccine) e à Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci). Colaborou para veículos como o jornal Folha de São Paulo e foi repórter e crítico de cinema do jornal O Tempo, no Brasil, entre 2013 e 2018. É formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com especialização em História da Cultura e da Arte pela mesma instituição, e pós-graduação em Roteiro para Cinema e TV, pelo Humber Institute, de Toronto. Desde 2023, é membro votante da Hollywood Foreign Press Association, que concede anualmente os Globos de Ouro.

Tiago Alves
 

Radialista, jornalista, divulgador e programador de cinema. Coordena e apresenta, desde 2005, o CINEMAX, um canal dedicado à atualidade e programação de cinema, online, com emissão na rádio Antena 1 e sessões de curtas-metragens no canal televisivo RTP2. Organiza, programa e apresenta o Shortcutz Ovar e integra a equipa de curadores do CineEco. Durante duas décadas escreveu regularmente na revista Visão, no Jornal de Notícias e na revista digital Metropolis. Gosta de acreditar que o cinema é maior que a vida, esperando que a realidade se torne mais surpreendente.